quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Filme x Livro: Comer, Rezar e Amar

Acho que não só eu, como muitas pessoas estavam (ou estão!) curiosas para ver o novo filme com a atriz Julia Roberts, baseado na obra da escritora americana Elizabeth Gilbert. Eu, que havia lido o livro, confesso que fiquei um pouco decepcionada com o filme, pois trata de forma bem superficial a história, ignora alguns acontecimentos que estão no livro, mas não posso negar que as paisagens que estão na telona são lindas!!




A intenção da autora foi louvável e admirável: sair pelo mundo em busca do auto-conhecimento e do equilíbrio, com a mente e o coração abertos.

Pense se seria fácil fazer isso... deixar um casamento, emprego, casa, amigos, família....

E tanto no livro quando no filme, tem uma frase que ficou martelando na minha cabeça, que resume essa aventura dela e pode servir para nós. Abaixo coloquei o depoimento da autora sobre a essa viagem para a Itália, Índia e Indonésia e a frase coloquei em negrito:

"O que mais me surpreendeu foi o fato de tudo ter dado certo. Durante esse um ano de viagem encontrei exatamente o que estava procurando. Na verdade, encontrei mais do que ousava esperar. Entretanto, agora, olhando para trás, acho que esse resultado espantoso era quase inevitável. Aprendi a acreditar que existe no universo algo que eu chamo “A Física da Procura” – uma força natural governada por leis tão reais quanto a lei da gravidade ou do momentum. E a regra da Física da Procura deve ser alguma coisa como se você for corajoso o suficiente para deixar para trás tudo que lhe é familiar e reconfortante (que pode ser qualquer coisa – da sua casa a seu velho e amargo ressentimento) e partir em uma viagem em busca da verdade, (interna ou externamente), e se você está sinceramente disposto a ver tudo que lhe acontecer durante essa viagem como um ensinamento, e se aceitar cada um que encontrar durante a viagem como um mestre, e se você estiver – acima de tudo – preparado para encarar (e perdoar) algumas realidades desagradáveis a seu respeito... então a verdade não lhe será ocultada.” É essa a minha crença. Não posso deixar de acreditar nisso, baseada em minha experiência."

Ou seja, mesmo sem viajar fisicamente, podemos partir em busca desse autoconhecimento, pegando os sinais pelo caminho, conhecendo pessoas diferentes que irão nos ensinar algo (que no momento não sabemos ou não vemos), e se você estiver disposto a evoluir e melhorar, então é isso o que inevitavelmente acontecerá!

Para ver a entrevista completa com a escritora, clique aqui.

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